
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
D E S A C R E D I T A D A

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
euodeiocasamentos.com.br

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Meu castelinho.

domingo, 13 de dezembro de 2009
Preguiça de todo este nada!

O problema é a preguiça. Preguiça de se apaixonar,de tentar, de errar, de fechar os olhos e se convencer que deixar rolar é a melhor coisa. Convenhamos, sempre dá errado. Tenho em mim uma carência que me cobre inteira (me cobre e me enterra), uma vontade de me doar, de amar grande, de ser amada completamente. Mas a carência é tão grande, o amar grande é tão grande, é tudo tão extremo, que minha carencia vira preguiça, porque ninguém é capaz de ser tão tão assim.
E dai eu converso com os casos antigos só pra ter a sensação de que já fui amada, e eu saio pra ter a sensação que ainda posso ser, e eu volto pra casa com a sensação de que nunca fui. Pois veja bem, ninguem é capaz de amar tão tão assim, então é falso. Só acredito nos amores mais ou menos, naqueles que me deixam com a sensação de que nem amor existe, dai eu acredito, porque acredito que as pessoas podem amar só o quase nada, afinal, o amor próprio é tão maior.
Tenho também a pressa. A pressa me atrapalha porque costumo ver as coisas antes que elas aconteçam. Não consigo me contentar com aquilo que me apresentam, preciso sempre ver além, saber antes, calcular o incalculável (ja que nem existe matemática suficiente pra isso). E quero os resultados, a perfeição, e quero já. Daí atrapalho tudo, meu coração solta na boca e eu quero já. Meu coração se cansa e eu não quero mais. E vivo neste misto em querer imediatamente e não querer nunca mais, como uma criança boba que ama seus brinquedos cada qual um dia.
E eu me canso, me canso porque não posso ter tudo e não me contento com o pouco que todo mundo parece dar. Ao mesmo tempo, não consigo dar pouco, e muitas vezes, nem muito.
Então lembro de você e vem um filme em minha cabeça de todas as vezes que você de alguma forma me rejeitou, naquele lugar onde tanta gente rejeita tanta gente, ao mesmo tempo que tanta gente chora por tentar amar o qualquer um. Alí estava eu, em minhas lembranças, chorando tentando amar o qualquer um, que era você. E pra minha surpresa, não tenho raiva e nem rancor, mas volta-me a preguiça de pensar que pode ter tantos outros "qualquer um" por ai. Me vem a carência, porque carencia também pode ser esta vontade de amar o "qualquer um" já que é tudo igual mesmo. O mais ou menos parece-me a solução, porque eu era mesmo tão feliz dando o máximo e recebendo o mínimo, sentia que amava, ja você não teve a mesma sorte.
E eu me confundo, me canso, me deixo e nem sinto.... porque sentir pode mesmo ser tão perigoso, e eu aprendi a ter medo, então nem quero. O "não querer" aqui não é um sentimento esnobe de que nada é bom o suficiente pra mim, mas sim um perceber que eu não sou capaz de tudo isso, de novo não!
"A maquiagem tinha custado cara demais para eu ir dormir antes de borrá-la." Tati Bernardi
domingo, 22 de novembro de 2009
A culpa é de quem?

"Eu esperava alguém que pudesse só me abraçar por um tempo maior que esses socorros rápidos que arrumo quando grito mais alto" Tati Bernardi
A culpa é SUA.
É... você... você mesmo que está em algum lugar do mundo neste exato momento e nem sabe que eu existo e que eu também não sei e a gente continua vivendo como se fosse muito feliz um sem o outro, mas isso não é possivel.
Não acredito que exista mesmo uma metade da laranja, uma alma gemea e todos estes papos romanticos... mas acredito que vai ter alguem que eu vou olhar e vou saber, que vou gostar "apesar de", que meu coração vai palpitar cada vez que eu pensar e que vou fechar os olhos sorrindo quando for dormir.
O mundo está cheio de gente assim, eu também sei, mas é tanta carência com tanta gente que ama só pra dizer que é amado que eu ja nem sei se existe tanta gente que sente isso mesmo.
Só quero alguém que me abrace e este abraço me deixe a vontade e em paz. É pedir muito?
Não quero ser destas pessoas que a gente sabe que tudo dentro de si é nada, mas liga no meio de uma quarta-feira pra outra pessoa só pra ter a sensação que este nada pode ser preenchido de algo quando você quiser. Não quero ser esta pessoa com o nada.
Só me diga onde encontrar aquelas pessoas que viram seu amigo, e você gosta tanto da companhia, quer tanto bem, se sente tão a vontade e de repente percebe que não pode viver sem? Ficaram guardadas na sessão da tarde, eu sei.
Enfim, quando você ler isso, você saberá que eu estava procurando por você durante todo este tempo,e que você me deixou esperando por tantos anos, tantos anos que neste momento devo estar com alguem do meu lado que eu nunca amei mas gosto de como ele preenche o meu nada.
Lembre-se que eu te avisei, avisei que nós dois, estas pessoas que eram pra ser tão especiais e completas, viraram um quase igual a todo mundo, assumiram sua carencia e sua impossibilidade de viver esperando algo que nunca vai chegar mesmo.
Ps. não é nada não, é que hoje eu estou vazia. E quer saber, nem é culpa tua, é minha! Eu e esta mania idiota de querer ser mais do que sou, de querer amar bonito e nem percebo que amar já seria o suficiente. Mas se eu percebo isso então a culpa passa a não ser mais minha. A culpa é de toda esta gente no meio do caminho entre eu e você que nos impede o encontro. O encontro entre eu e você. Você que nem existe.
"Mulher sem amor, é como flor sem sol, elas murcham"
FD Amelie Poulain!
sábado, 14 de novembro de 2009
Me deixem ser velha

sexta-feira, 13 de novembro de 2009
A semana, a morte, a fome... a busca pelo novo!

sábado, 7 de novembro de 2009
Eu jamais serei a mesma!
De algum jeito
Eu me acerto, eu tropeço
E não passo do chão
e ninguem aqui vai notar
Que eu jamais serei a mesma"
(Zelia Duncan - Eu me acerto)
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Pelo desapego acordado! (nos dois sentidos)

- Eu gosto de você.
- Gostar não basta”
(Frases originais do fim da minha novela mexicana favorita: aquela que era minha)
“Eu te amo” disse ela, achando que realmente sabia o que estava falando, ela sabia que amava porque gostava do.... de.... de.... da... ela não sabia dizer nada que gostava dele, talvez gostasse sim do que ela sentia, o amor que ela tinha era a coisa mais bonita que ela conseguia ver entre eles, e isso não bastava, ninguém pode amar o amor que sente.
Lavaram todas as roupas sujas, pediram desculpas, relembraram fatos, ela chorou, chorou e chorou. Ele a olhava com os olhos secos e concentrados, ela desviava o olhar: “como ele pode ter o coração tão duro?”, ela pensava. Ela chorava não pelo amor que não deu certo, nem pelo que poderia ter e não tinha e muito menos pela falta de amor dele, ela chorava por ter uma dó de si imensa, uma dó por ter se humilhado tantas vezes, uma dó por ter tentado e ter falhado, uma dó por ter dó dele, tudo era a pena que tinha de si mesma. Ninguém pode ter pena de si mesma, a compaixão só tem sentido quando é destinado ao outro, mas ela não enxergava assim, sentia-se lesada, queria cobrar-lhe os cinco anos destinados a este amor que era pena, mas ele não podia pagar, talvez nem quisesse.
De repente ela se perguntou o que estava fazendo ali. Conhecer o apartamento novo dele e dar palpites na decoração, se preocupar em como está a família, e o trabalho, e o cachorro... tudo isso era tarefa de alguém que ocupa outro cargo na vida dele, ou então talvez sempre tenha sido este o cargo destinado a ela por ele: o de amiga que as vezes supri alguma carência.
As coisas foram jogadas as claras, colocadas em papel branco e limpo, era necessário apenas uma assinatura pra firmar aquele acordo de desapego, a partir dali as coisas começariam a fazer mais sentido, e era preciso tudo ser dito, esclarecido, e foi. Tudo era bem mais simples do que ela pensava, por que tudo era nada. Tudo que ela poderia ter era o presente, neste exato sentido: o presente dado no presente. Não existiria nunca um amanhã. Sem cobranças e sem destino, era tudo mais simples e menos romântico, era carnal. Carnal com “amizade, respeito e lealdade” foi o que ele disse. Pela primeira vez ela entendeu, mas entendeu sabendo que não havia de guardar o presente, precisava apenas recebê-lo.
Ela entendeu decidiu receber o presente apenas como presente. Algum presente do tipo que se usa, sorri e joga fora no dia seguinte, sem ressentimentos e nem tristeza, pelo contrario, com o sorriso de quem espera o próximo presente, contudo não se importando com quem porta o presente. Ela aprendeu a se interessar mais pelo presente do que pelo dono dele.
No outro dia, ela acordou com um cartão que não tinha vindo no presente, que ele mandou depois só pra lembra-lá quem foi o presenteador. Ela o leu e jogou fora, pois o momento do presente já tinha passado, o dono já tinha ido embora, não tinha sentido algum guardar o cartão, afinal de contas eles tinham feito um acordo assinado de desapego. E ela finalmente tinha compreendido ele como ele realmente é, alguém que só precisava de respeito, amizade e lealdade. Ela entendeu que só podemos cobrar aquilo que podemos dar, e vice-versa.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Quase tudo certo, OU NÃO!

domingo, 25 de outubro de 2009
Tudo errado!

Cuide de você.

"Say you're sorry, that face of an angel
Comes out just when you need it to
As I paced back and forth all this time
Cause I honestly believed in you
Holding on the days drag on
Stupid girl, I should've known
I should've known
I'm not a princess, this ain't a fairytale
I'm not the one you'll sweep off her feet
Lead her up the stairwell
This ain't hollywood, this is a small town
I was a dreamer before you went and let me down
Now it's too late for you and your white horse
to come around"
(Taylor Swift - White Horse)
Então eu fui ingenua durante todos estes anos, acreditando como uma garotinha de 15 anos que todas aquelas suas incertezas e fugas eram provas de amor, falando assim parece até patético, mas pra aquela menina sorrindo no meu mural de fotos isto tudo tinha uma coerência. Agora não, agora aquela foto foi picada e devidamente jogada no lixo, não tenho mais você nem no celular e nem no computador. Você foi devidamente pra lixeira em todos os sentidos. Demorou, mas criei coragem.
Uma ultima mensagem apenas diz "é realmente uma pena terminar assim. Cuide de você." por que por incrivel que pareça, não era assim que eu tinha imaginado, talvez tenha sido como você sempre planejou, ou ainda você simplesmente não tenha pensado em nada, não tenha planejado nada, nem mesmo finais felizes... talvez tanto fez o tempo todo, eu que não enxergava.
Agora, sozinha, com certo vazio temporário, eu ainda nao sei como caminhar (ou como voar), mas aprenderei mais rápido do que voce imagina, eu sempre aprendo. As coisas ainda são um pouco novas, esta liberdade de poder encontrar novos horizontes vem embrulhada num papel de fracasso e isso não tras felicidade, contudo, a ausência de você me faz lembrar que nunca tive de verdade a presença, aliás, tenho certeza que ninguém nunca teve, porque tua forma de amar é fria, teu olhar é frio e teu coração é duro como rocha, duro de medos e incertezas, e eu mereço alguém que tenha coraçao recheado de vontade de ser feliz pra que eu me inclua ali com o mesmo desejo meu.
Cuide de você por que não lhe desejo mal, foste importante demais e a ti entreguei todas os meus sentimentos mais puros, toda minha sinceridade e todo meu desejo de fazer-te feliz, mas talvez você ja seja feliz mesmo sem mim, eu é que não era, que precisava de ti mesmo com todo o nada que tinhas pra me oferecer. Mania boba de viver do passado e de chorar meus enganos. Não quero mais... e nem preciso.
Espero, de coração, que você encontre novas borboletas que queiram te trazer alegrias apesar de você ser o cavalo que sempre as fere um pouquinho, como naquela historia que eu preferia não ter lido um dia, ou ter lido e ter me despertado algo mais do que vontade de auto-destruição. Ou ainda, espero que você deixe de ser o tal cavalo, que se encante pela nova borboleta e que possa descobrir os sentimentos mais belos. Desejo o mesmo pra mim, sem a parte do cavalo, é claro, prefiro algum pássaro que não tenha medo de voar longe e alto.
Quanto a nós: Acabou... alias, faz anos que acabou.
"Na sua varanda sem céu, certa vez, você se sentou naquela cadeira sem fundo. Me colocou no seu colo e me deu o abraço que disparava corações em mim como se eu tivesse um em cada nó de veia. E me disse, com sua voz tão bonita, a mais bonita que eu já ouvi, que eu tinha subido todos os seus andares. Eu entendi que você era o homem da cobertura de aço e eu uma espécie rara de passarinho que tinha algum tipo de chave que se autodestruiria em poucos segundos. E eu entendi também que agora que tinha chegado ali, só me restava pular, já que ninguém aguenta o alto tão alto muito tempo." Tati Bernardi
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Você por toda parte!

domingo, 18 de outubro de 2009
Aprendi com você.

Pode crer...
sábado, 17 de outubro de 2009
O amor é passageiro.

Primeiro foi o filme que mostrava um homem maduro indo salvar a mulher que não percebia o quanto era linda e possivel de ser amada. Depois foi um amigo (que uma amiga preferiu chamar de "amigoqueridogalinhaegostoso" ) no bar contando as historias maquiavélicas que já havia praticado como vingança às mulheres. Logo em seguida, o "grande amor da minha vida", ou melhor "um deles", agora casado, ali parado no mesmo bar com um copo de bebida na mão me observando.
Não o cumprimentei. Não por descaso nem nada, apenas porque era como se eu não o conhecesse. De repente não tive vontade de jogar um copo de bebida na cara dele por todas as maldades que ja tinha me feito, nem de dar um abraço e dizer que apesar de tudo foi bom, e nem de olhar, nada, nada. Simplesmente ele era menos amigo que o garçom que veio limpar a minha mesa, para este eu sorri, para o outro nem isso. Não sei se isso me torna uma pessoa fria ou insensivel... Prefiro acreditar que sou intensa, apenas, de uma maneira que quero sugar tudo das pessoas o quanto me são queridas, mas depois que elas passam por mim, depois que meu sentimento por elas esfria, eu esqueço, não foi comigo, não era eu.
Ali, sentada com um copo de vodka na mão e ouvindo as histórias absurdas do meu amigo galinha enquanto era observada por alguem que para mim, naquele instante, era um desconhecido, foi que eu percebi que um dia vou te esquecer. Você irá passar ao meu lado e talvez eu te cumprimente, ou talvez nem tenha vontade, porque não terá importancia, você será carta jogada fora. Talvez eu esteja chorando por outro na ocasião, ou esteja completamente apaixonada e sendo amada, ou ainda talvez esteja exatamente como ontem... sem expectativas nenhuma.
E neste dia, no dia que eu não mais te amar...
eu não sei, eu nem consigo imaginar!
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Metamorfose!
